4.12.14

Errata à "Geração Espontânea"

Todos os livros têm gralhas e erros. De todo o género. Por mais revisões que tenha feito (eu e pessoas próximas) já apareceram alguns. Muitos outros foram introduzidos pela pessoa que fez a paginação, tendo prejudicado bastante o texto. Assim:


Na epígrafe: onde se lê “Todo o espectador é um cobarde e um traidor” deve ler-se “Todo o espectador é um cobarde e um traidor.” (falta o ponto final)

página 22: no rodapé, onde se lê “Geografia de Angola” deve ler-se “Geografia de Angola”.

página 28: onde se lê “ empresa de impor-export, exportava” deve ler-se “empresa de impor-export, exportava”

página 38: onde se lê “jaziam cortados pelos portugueses, aos bocados no chão,” deve ler-se “jaziam cortados, aos bocados no chão,”

página 39/40 (truncou parágrafo e perdeu quase outro):
onde se lê “ o meu tio, de barbas patriarcais, todos os dias se levantava de centenas para aprenderem a não desobedecer. também morreram alguns soldados vitimas de emboscadas, até com setas). semi-nómadas. o meu tio tinha gado: uns”
deve ler-se “ o meu tio, de barbas patriarcais, se levantava de manhã e reunia os homens no terreiro. era a altura de distribuir tarefas. muitos dos que trabalhavam para ele eram cuanhamas, que ainda eram semi-nómadas. o meu tio tinha gado: uns”

página 60: onde se lê “ difícil de perceber. .” deve ler-se “ difícil de perceber...”

página 74: onde se lê “( OO heróis do mar, nobre povo, nação valente … O )” deve ler-se “( ♫ ♪ heróis do mar, nobre povo, nação valente … ♫ )”

página 87: onde se lê « e dizia “coitado...”. » deve ler-se « e dizia “coitado...”» [tem um ponto final a mais]

na página 91/92, onde se lê : “ para ver as as máquinas, os aparelhos,” deve ler-se “ para ver as máquinas, os aparelhos,”

na página 95/96: onde se lê : “ até posso compreender compreender isso” deve ler-se “até posso compreender isso”.

página 102/103: na página seguinte a linha não começa com abertura de parágrafo. na realidade não era para fazer parágrafo. era para ficar seguido: “sentiu-se muito bem no meio daquela gente toda. o álcool desinibia-o”

página 131: onde se lê “ Jornal A Capital,” deve ler-se “ Jornal A Capital,”

página 134: onde se lê “o mal-entendido. e então estava-te a contar” deve ler-se “o mal-entendido.
e então estava-te a contar” [caiu a abertura de parágrafo]

página 146: onde se lê “várias reuniões sociais”, há um avanço de um espaço no princípio da linha que não deveria de existir.

página 179: no princípio da página caiu a abertura do parágrafo.

na página 182 onde se lê “á chega! estão a matar um ser humano ” deve ler-se “já chega! estão a matar um ser humano ”

página 184: onde se lê « me abandonaste?”. acercaram-se » deve ler-se « me abandonaste?” acercaram-se » [tem um ponto final a mais]

página 185 onde se lê “alarve e sôfrego. é asdasdasdasd assim a guerra” deve ler-se “alarve e sôfrego. é assim a guerra”


página 189/190: onde se lê “cheios de martírios martírios exibicionistas” deve ler-se “cheios de martírios exibicionistas”

página 196: onde se lê “era uma doméstica asdaasdasdasd posta em desespero” deve ler-se “era uma doméstica posta em desespero”

página 196: onde se lê « no conjunto rock “os cometas” » deve ler-se « no conjunto rock “os cometas” ».

página 199: onde se lê “isso vai encantar o savimbi” deve ler-se “isso vai encantar o savimbi

página 260/261: onde se lê “quase lá na na praia” deve ler-se “quase lá na praia”

página 275/276 : onde se lê “chaleira da da pré-história” deve ler-se “chaleira da pré-história”.

página 286: onde se lê “entre cocktails e martinis” deve ler-se “entre cocktails e martinis”.

página 305/306: onde se lê “ do ritmo com uma mulher mulher a dançar” deve ler-se “ do ritmo com uma mulher a dançar”

página 310 onde se lê “com gente conhecida. nos círculos” deve ler-se “com gente conhecida. nos círculos

Errata à "Geração Espontânea"

Todos os livros têm gralhas e erros. De todo o género. Por mais revisões que tenha feito (eu e pessoas próximas) já apareceram alguns. Muitos outros foram introduzidos pela pessoa que fez a paginação, tendo prejudicado bastante o texto. Assim:


Na epígrafe: onde se lê “Todo o espectador é um cobarde e um traidor” deve ler-se “Todo o espectador é um cobarde e um traidor.” (falta o ponto final)

página 22: no rodapé, onde se lê “Geografia de Angola” deve ler-se “Geografia de Angola”.

página 28: onde se lê “ empresa de impor-export, exportava” deve ler-se “empresa de impor-export, exportava”

página 38: onde se lê “jaziam cortados pelos portugueses, aos bocados no chão,” deve ler-se “jaziam cortados, aos bocados no chão,”

página 39/40 (truncou parágrafo e perdeu quase outro):
onde se lê “ o meu tio, de barbas patriarcais, todos os dias se levantava de centenas para aprenderem a não desobedecer. também morreram alguns soldados vitimas de emboscadas, até com setas). semi-nómadas. o meu tio tinha gado: uns”
deve ler-se “ o meu tio, de barbas patriarcais, se levantava de manhã e reunia os homens no terreiro. era a altura de distribuir tarefas. muitos dos que trabalhavam para ele eram cuanhamas, que ainda eram semi-nómadas. o meu tio tinha gado: uns”

página 60: onde se lê “ difícil de perceber. .” deve ler-se “ difícil de perceber...”

página 74: onde se lê “( OO heróis do mar, nobre povo, nação valente … O )” deve ler-se “( ♫ ♪ heróis do mar, nobre povo, nação valente … ♫ )”

página 87: onde se lê « e dizia “coitado...”. » deve ler-se « e dizia “coitado...”» [tem um ponto final a mais]

na página 91/92, onde se lê : “ para ver as as máquinas, os aparelhos,” deve ler-se “ para ver as máquinas, os aparelhos,”

na página 95/96: onde se lê : “ até posso compreender compreender isso” deve ler-se “até posso compreender isso”.

página 102/103: na página seguinte a linha não começa com abertura de parágrafo. na realidade não era para fazer parágrafo. era para ficar seguido: “sentiu-se muito bem no meio daquela gente toda. o álcool desinibia-o”

página 131: onde se lê “ Jornal A Capital,” deve ler-se “ Jornal A Capital,”

página 134: onde se lê “o mal-entendido. e então estava-te a contar” deve ler-se “o mal-entendido.
e então estava-te a contar” [caiu a abertura de parágrafo]

página 146: onde se lê “várias reuniões sociais”, há um avanço de um espaço no princípio da linha que não deveria de existir.

página 179: no princípio da página caiu a abertura do parágrafo.

na página 182 onde se lê “á chega! estão a matar um ser humano ” deve ler-se “já chega! estão a matar um ser humano ”

página 184: onde se lê « me abandonaste?”. acercaram-se » deve ler-se « me abandonaste?” acercaram-se » [tem um ponto final a mais]

página 185 onde se lê “alarve e sôfrego. é asdasdasdasd assim a guerra” deve ler-se “alarve e sôfrego. é assim a guerra”


página 189/190: onde se lê “cheios de martírios martírios exibicionistas” deve ler-se “cheios de martírios exibicionistas”

página 196: onde se lê “era uma doméstica asdaasdasdasd posta em desespero” deve ler-se “era uma doméstica posta em desespero”

página 196: onde se lê « no conjunto rock “os cometas” » deve ler-se « no conjunto rock “os cometas” ».

página 199: onde se lê “isso vai encantar o savimbi” deve ler-se “isso vai encantar o savimbi

página 260/261: onde se lê “quase lá na na praia” deve ler-se “quase lá na praia”

página 275/276 : onde se lê “chaleira da da pré-história” deve ler-se “chaleira da pré-história”.

página 286: onde se lê “entre cocktails e martinis” deve ler-se “entre cocktails e martinis”.

página 305/306: onde se lê “ do ritmo com uma mulher mulher a dançar” deve ler-se “ do ritmo com uma mulher a dançar”

página 310 onde se lê “com gente conhecida. nos círculos” deve ler-se “com gente conhecida. nos círculos

28.7.14

Capa do Meu Próximo Livro, a sair no outono de 2014

A Capa foi feita por Rudolfo sobre desenho de David Campos

19.3.14

A stress.fm apresenta: 

Oficina de Escrita Criativa - Libertar as Palavras, por Rafael Dionísio



Sobre a oficina:

Esta é uma oficina dedicada a uma introdução razoavelmente aprofundada ao mundo da palavra e da liberdade de a criar. Trata-se de motivar e sensibilizar os participantes para o universo infinito de criatividade que está à distância de um gesto no papel com uma caneta (ou qualquer outro meio de registo de escrita).
Por meio de exercícios genéricos procura-se desbloquear o papel em branco e começar a experimentar fazer textos. Numa perspectiva essencialmente prática, do lado do FAZER e não do lado do APRENDER, convoca-se os participantes a libertarem as palavras.
O Monitor:

Rafael Dionísio tem ministrado cursos de Escrita Criativa desde 1998. Frequentou Engenharia de Minas no Técnico e Arquitectura na UTL. Na FCSH fez a licenciatura em Estudos Portugueses e é Mestre na mesma área. Aguarda provas de doutoramento na área dos Estudos Portugueses, variante de História do Livro e Crítica Textual com a tese A Produção de Ernesto de Sousa sobre Arte e Património. Além disso tem um programa na stress.fm. É também diseur e performer. Tem uma série de vídeos em linha em torno das questões da escrita. Publica livros desde o ano 2000 na ChiliComCarne e participou com dispersos em variadas publicações.

A quem se destina:

A todos os que tenham interesse em desenvolver processos criativos no âmbito da palavra escrita, tanto numa perspectiva de desenvolvimento pessoal como na perspectiva de quem aspira a construir, posteriormente, uma obra literária.

Quem pode participar?

Os que se inscreverem antecipadamente (número máximo de 7 participantes).

Quando:

Sábado, dia 29 de Março, às 14h

Onde:

Rua das Janelas Verdes, nº 13, 1º esq. Em Santo, Lisboa

Quanto:

20 euros (pagos antecipadamente)

Quem estiver interessado em participar, deve enviar um email com o máximo de brevidade para: joaorafaeldionisio@gmail.com

A seguir à oficina vai decorrer um concerto e um convivio acompanhado de comes & bebes >>> Mais informação brevemente disponível nos canais da stress.fm